Genio de 2008 eis os meus três pedidos, eu quero:
1- Saúde e proteção para todos que passarem pelos meus pensamentos.
2- Uma casa nova bela e grande pra minha família que inove nossos vínculos.
3- O sucesso da eii! e de tudo que girar em torno dela.
Amém.
Fruta como botão, pretinha, redonda. Alegria dos passarinhos da árvore da casa do Seu Lauro. Feito os olhos, os meus. Eu vejo conto e invento. Eu por aqui me apresento.
16/12/2007
14/12/2007
festas de final de ano
Com a chegada do final do ano as festas ganham seu lugar. Tem festa na escola, com os amigos, festa da "firma", como brincamos ao celebrar com os amigos do trabalho, festa de Natal, do Reveillon, alguns aniversários de teimosas personalidades que nasceram disputando datas, como o meu pai que nasceu dia 30/12, enfim, é festa que não acaba mais.
O bom é que todas elas são especiais e nos enchem de alegria e de beleza. A gente se arruma, se prepara, se encanta. E isso é uma delícia.
Essa semana tô cheia de boas festas.
Dia 12 as crianças se apresentaram na festa da escola. Bia e Julia de bailarinas com direito a colant rosa, sapatilha de laço e coqui no cabelo. Um luxo. Levei elas no salão porque prender aqueles cabelinhos não é fácil, e elas se sentiram o máximo. Maquiaram-se e foram arrasar no palco. Arrasar mesmo! Dançaram, declamaram poeminhas, cantaram e participaram como nunca dessa festa. Na platéia só dava César, minha mãe e eu aos prantos de ver como nossas pequenas estavam formosas.
Pedro também fechou no espetáculo! Lindo de mister fantástico, entrou fazendo cara de bravo e impinando o peito e os braços para mostrar sua força de super herói. Falou alto a sua fala, segurava o pescoço do amigo esquecendo que não estavam na páteo da escola, como todo bom moleque arteiro. Dançou a seu modo a coreografia, mas foi cumpridor a risca dos passos. De topete moicano e pintado de azul da cor do traje de seu herói, ele foi o nosso nesse dia.
Preciso dizer o que? Mais choro, claro...
Ontem dia 13, tivemos duas festas belíssimas. O aniversário mais esperado do ano, o do Luis Guilherme, amigão dos meus filhos, daqueles que a gente espera que extrapole o tempo. O companheiro do Pedro na escola, o primeiro amigo da vida. Luis é uma graça, com os cabelos encaracoladinhos é um arteiro de primeira. Sua festa foi especial, com direito a entrevistas e homenagens. Emocionante. A gente adora a Cibele e o Zé, seus pais, e parece que somos parceiros ha um tempão. Que boa festa essa!
Depois, a festa da minha pequena Priscila Bernardi e do amigo Nelson Kaufman. Assim mesmo, nessa ordem. Uma festa organizada com carinho, ansiosidade, de uma idéia de reunir amigos, de prestigiar o companheiro, a Pri tratou com classe um evento especial. Aconchegante, elegante, chiquérrimo. Muita beleza e sofisticação com calor humano. Estávamos todos à vontade e felizes. Eu amei e sei que todo mundo que esteve presente também.
Amanhã dia 15 tenho outra boa festa. Um casamento oficilizando-se depois de 10 anos. De uma nova amiga, mas muito querida. Sei que também vou me divertir muito porque vou estar entre pessoas do bem.
Dia 19 tem o eii! day, o dia da gente celebrar a nossa agência. Num lugar lindo como se estivessemos em Bali, estaremos cercados de energia para 2008. Nós e os amigos de coração, os companheiros de luta. O pessoal da eii!
Entre sorrisos.
Festa boa é assim. Tem gente em paz e tem sorrisos sinceros.
E que venha o Natal e o Reveillon.
Boas festas para todos!
O bom é que todas elas são especiais e nos enchem de alegria e de beleza. A gente se arruma, se prepara, se encanta. E isso é uma delícia.
Essa semana tô cheia de boas festas.
Dia 12 as crianças se apresentaram na festa da escola. Bia e Julia de bailarinas com direito a colant rosa, sapatilha de laço e coqui no cabelo. Um luxo. Levei elas no salão porque prender aqueles cabelinhos não é fácil, e elas se sentiram o máximo. Maquiaram-se e foram arrasar no palco. Arrasar mesmo! Dançaram, declamaram poeminhas, cantaram e participaram como nunca dessa festa. Na platéia só dava César, minha mãe e eu aos prantos de ver como nossas pequenas estavam formosas.
Pedro também fechou no espetáculo! Lindo de mister fantástico, entrou fazendo cara de bravo e impinando o peito e os braços para mostrar sua força de super herói. Falou alto a sua fala, segurava o pescoço do amigo esquecendo que não estavam na páteo da escola, como todo bom moleque arteiro. Dançou a seu modo a coreografia, mas foi cumpridor a risca dos passos. De topete moicano e pintado de azul da cor do traje de seu herói, ele foi o nosso nesse dia.
Preciso dizer o que? Mais choro, claro...
Ontem dia 13, tivemos duas festas belíssimas. O aniversário mais esperado do ano, o do Luis Guilherme, amigão dos meus filhos, daqueles que a gente espera que extrapole o tempo. O companheiro do Pedro na escola, o primeiro amigo da vida. Luis é uma graça, com os cabelos encaracoladinhos é um arteiro de primeira. Sua festa foi especial, com direito a entrevistas e homenagens. Emocionante. A gente adora a Cibele e o Zé, seus pais, e parece que somos parceiros ha um tempão. Que boa festa essa!
Depois, a festa da minha pequena Priscila Bernardi e do amigo Nelson Kaufman. Assim mesmo, nessa ordem. Uma festa organizada com carinho, ansiosidade, de uma idéia de reunir amigos, de prestigiar o companheiro, a Pri tratou com classe um evento especial. Aconchegante, elegante, chiquérrimo. Muita beleza e sofisticação com calor humano. Estávamos todos à vontade e felizes. Eu amei e sei que todo mundo que esteve presente também.
Amanhã dia 15 tenho outra boa festa. Um casamento oficilizando-se depois de 10 anos. De uma nova amiga, mas muito querida. Sei que também vou me divertir muito porque vou estar entre pessoas do bem.
Dia 19 tem o eii! day, o dia da gente celebrar a nossa agência. Num lugar lindo como se estivessemos em Bali, estaremos cercados de energia para 2008. Nós e os amigos de coração, os companheiros de luta. O pessoal da eii!
Entre sorrisos.
Festa boa é assim. Tem gente em paz e tem sorrisos sinceros.
E que venha o Natal e o Reveillon.
Boas festas para todos!
10/12/2007
piscar de olhos
Pisca estrela bonita.
Pisca porque te vejo quando assim fica.
Às vezes some e eu não entendo,
se és cadente ou se vai no tempo.
Pra não errar faço logo meu pedido
e quando voltas eu não ligo.
Porque já fiz!
Afinal, tu não me deixas em nenhum momento.
Sempre olho, mexo e volto, e tu estás lá.
Piscando, piscando.
Alegre, indo e voltando.
Como eu, que ora requebro ora silencio.
Pisca estrela.
Tu acordas assim prontinha?
Pisca porque te vejo quando assim fica.
Às vezes some e eu não entendo,
se és cadente ou se vai no tempo.
Pra não errar faço logo meu pedido
e quando voltas eu não ligo.
Porque já fiz!
Afinal, tu não me deixas em nenhum momento.
Sempre olho, mexo e volto, e tu estás lá.
Piscando, piscando.
Alegre, indo e voltando.
Como eu, que ora requebro ora silencio.
Pisca estrela.
Tu acordas assim prontinha?
07/12/2007
silêncio
Eles ficaram daquele jeito por uns cinco minutos, abraçados e pensando em tudo sem dizer nada. Fora grave o acidente dele, mas nehuma consequência foi a maior prova de que tudo está tranquilo. A cena da vida veio rápida mas límpida pra ela, o dia de uma chuva torrencial que selou a união e ele sereno esperando a chuva passar, a primeira decisão e ele em apoio, depois quinze em quinze dias em dois anos e ele chegando, as mudanças de casa e ele ao lado, as brigas e ele ora culpado ora não, o momento sublime do parto, três choros e ele presente e sorrindo com os olhos, a segunda decisão e ele feliz, o verdadeiro reencontro, os novos desafios e eles juntos. O km 162, o caminhão, o choque e ele só. Mas por fim a vida fatiada em milagre.
Tanta energia junta fez zerar o taxímetro. Ainda se está pálido, mas quem não estaria?
Então, o abraço se desfez e nos olhos fez-se tamanha cumplicidade que se podia ver. Assim mesmo, sem nenhuma palavra.
Tanta energia junta fez zerar o taxímetro. Ainda se está pálido, mas quem não estaria?
Então, o abraço se desfez e nos olhos fez-se tamanha cumplicidade que se podia ver. Assim mesmo, sem nenhuma palavra.
05/12/2007
cocô de passarinho
Pior que encontrar alguém sem querer, é encontrar sem querer alguém. Chatice na certa. Obrigação, sorriso amarelo, nenhum papo, ou melhor dizendo, os mesmos papos. Afe!
Mas apesar disso, o almoço foi ótimo.
Que bom poder fazer escolhas.
Mas apesar disso, o almoço foi ótimo.
Que bom poder fazer escolhas.
04/12/2007
cada um
Ela continuava melancólica. Muito diferente de triste, a sensação era apenas de um certo aperto. No fundo, depois de tantos anos ela sabia que não tinha jeito, que o que se queria, teria de ser mais devagar, teria que ser no ritmo do tempo que não é de ninguém, tão pouco era seu.
Havia planos pra quando a espera acabasse, ótimos e aguardados, porém ainda só planos. E era bom que fosse assim para que não deixassem de ser planos para serem apenas saudades. Então passou mais um dia, e mais uma noite. Um telefonema diminuiu uma pergunta, mas não a espera que ao que se prometia estava perto de acabar.
E a melancolia culpada, porque afinal de contas não havia mais nenhuma razão para ela, deu espaço ao sono, às horas que você não percebe, mas sonha junto com o barulhos dos ponteiros.
E assim deu-se mais uma madrugada, e amanhã ela aguarda o sol.
Havia planos pra quando a espera acabasse, ótimos e aguardados, porém ainda só planos. E era bom que fosse assim para que não deixassem de ser planos para serem apenas saudades. Então passou mais um dia, e mais uma noite. Um telefonema diminuiu uma pergunta, mas não a espera que ao que se prometia estava perto de acabar.
E a melancolia culpada, porque afinal de contas não havia mais nenhuma razão para ela, deu espaço ao sono, às horas que você não percebe, mas sonha junto com o barulhos dos ponteiros.
E assim deu-se mais uma madrugada, e amanhã ela aguarda o sol.
alvorada
De manhã lá em casa existe um jeito. As crianças vão acordando aos poucos, lá pelas 8h40. Escuto a cama mexendo e depois de uns trinta segundos lá vem ele, primeiro o Pedro. De pijama torto, segurando o pipi com uma mão e o paninho com a outra, olhos meio fechados e cabelo despenteado. Arrasta os pezinhos e a primeira coisa que ele faz é me dar um beijo.
Aí passa uns minutinhos, mesmo, pouquinho tempo e aparece a Bia, que vem batendo nos batentes porque não abre os olhos além do suficiente para ver onde é o caminho. Aqueles cabelinhos lisos e pesados caem pelo rosto e você só sabe que ali tem uma menininha porque tem pernas e pijama rosa. Ela vem em segundo, nessa hora, e a primeira coisa que faz é me dar um beijo.
Não dá nem um tico-tico depois e surge outro bichinho descabelado. Porque de cabelo mais fininho e liso, a noite aproveita para embaraçar. Julia vem reta, querendo dizer que já está acordada há algum tempo, mas o passar de paninho no nariz não nega que ela ainda tá aconchegada pelas cobertinhas que ficaram uma confusão na cama. Ela vem em terceiro porque prefere a caminha pela manhã e a primeira coisa que faz é me dar um beijo.
Eu posso estar onde for, geralmente tô no computador, mas não importa. Eles me acham.
Aí eu abraço eles apertado, passo a mão neles todinhos, quientinhos e de bochechas rosadas, dou bom dia, digo que morri de saudade de madrugada fazendo voz de histórinha. Falo a frase: mas que cheirinho de filho que eu amo. Eles gostam assim, riem gostoso e o dia começa.
Aí passa uns minutinhos, mesmo, pouquinho tempo e aparece a Bia, que vem batendo nos batentes porque não abre os olhos além do suficiente para ver onde é o caminho. Aqueles cabelinhos lisos e pesados caem pelo rosto e você só sabe que ali tem uma menininha porque tem pernas e pijama rosa. Ela vem em segundo, nessa hora, e a primeira coisa que faz é me dar um beijo.
Não dá nem um tico-tico depois e surge outro bichinho descabelado. Porque de cabelo mais fininho e liso, a noite aproveita para embaraçar. Julia vem reta, querendo dizer que já está acordada há algum tempo, mas o passar de paninho no nariz não nega que ela ainda tá aconchegada pelas cobertinhas que ficaram uma confusão na cama. Ela vem em terceiro porque prefere a caminha pela manhã e a primeira coisa que faz é me dar um beijo.
Eu posso estar onde for, geralmente tô no computador, mas não importa. Eles me acham.
Aí eu abraço eles apertado, passo a mão neles todinhos, quientinhos e de bochechas rosadas, dou bom dia, digo que morri de saudade de madrugada fazendo voz de histórinha. Falo a frase: mas que cheirinho de filho que eu amo. Eles gostam assim, riem gostoso e o dia começa.
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eu sou
- Cice Galoro
- Gosto de boniteza, de arrumação, da moda dos anos 30. De margaridas e pérolas verdadeiras. Gosto da noite, de gente dando risada, do colorido de um prato de feijoada. Gosto de sair e de mudar, gosto de família, de amigos e com eles estar. Gosto de dança e de criança, e gosto muito, muito do mar.