31/12/2009

mas que vai vai, mas que vai vem

O gordo César é engraçado. Hoje 09h58 ele olhou pra mim e falou sobre um tal de empurrãozinho pra 2010. Não vou contar aqui detalhes porque o empurrãozinho é coisa nossa, o empurrãzinho é coisa nossa... ahahahah, mas demos tanta risada com isso. Eita gostosura!

hoje é festa lá no meu ap

Final de ano em casa é sempre muito festejado. Das festas de empresas, Natal em Araça, aniversário do papai dia 30, até hoje - 31 de dezembro na virada, e amanhã no big almoço do primeiro dia do ano.
Eu to na maior expectativa para 2010. Virada de milênio, ano de colher. Eu começo de perna firme, sem quebra dessa vez, nada de muletas, tudo como tem que ser. Decidida a ser mais enérgica, mais firme, mais cara de pau e mais magra também.
Hoje eu to me sentindo esperançosa, diferente dos outros anos, vedadeiramente deixando pra trás um ano difícil, de braçadas longas e folêgo no limite. Mas foi-se, xô, acabou. Agradeço por ele ter me ensinado, mas deixo tudo partir sem saudade dessa vez. Já to com o pé no novo, pronta pra festejar, dançar, cantar. Remexer, sacolejar, gargalhar, brindar, cantar. É festa meu povo, é festa! Amém.

28/12/2009

com sono, mas...

Escrever de madrugada é um vício. Talvez o único tempo. Mas que é bom é, o silêncio pleno e só as teclas tec, tec. Nadal tá aqui dentro até agora, deitadinho em cima do meu pé de saudade. Os pequenos acamparam num quarto só, férias... César ta decansando ha um bom tempo, o meu amor. E eu aqui, escrevo, olho pra minha árvore de Natal que ficou bonita que só esse ano, e ela pisca, pisca. A luz só a de cima da mesa do computador, esse chato e grande amigo. Tá chovendo e escuto os pingos saindo das nuvens na mudez da Granja Viana. Aqui em casa. Depois do Natal quente de Araça e de tanta coisa boa que por lá fizemos. Tô de volta. Gostoso. Falei já com mama umas 3vezes. Domingo que é segunda, e nela eu não vou trabalhar. Fico assim, esperando o dia pra chegar a noite e se der, eu correr aqui.

17/12/2009

novena

Lá em casa esse ano estreamos nossa novena de Natal. Sempre convivi com elas, porque mamãe sempre valorizou tais momentos e tais doações ao espírito e não só nessa época, mas em casa com minha família - de 7, somando nós 5, Neninha e Nadal, rezamos por todos. Agradecemos e também pedimos sem vergonha nenhuma. Todo mundo foi lembrado, cuidadosamente citado nas doces boquinhas das crianças, que recordam de pessoas que vimos uma única vez até. Pedimos proteção, saúde, dinheiro e desejos realizados, os nossos e os que sabemos que são de alguns. Agradecemos por estarmos podendo pedir. As crianças foram um espetáculo a parte, tão respeitosas e curiosas, engraçadas, rezando em seus tercinhos de contas feitas de pequenos pézinhos, a Ave Maria tão direito. Tinha graça, teve Graça. Bia achou no primeiro dia que seria bom se filmássemos aquele evento, Julia ajoelhava e fechava os olhinhos de mãos postas, abrindo a cada segundo pra ver se eu mantinha os meus fechados, Pedro misturava o som do Pai Nosso com barulhos de monstros espaciais descendo na terra naquela voz rouca e baixinha que fazia. Nos unimos, demos as mãos, ajoelhamos e cumprimos uma obrigação com Deus que terminou essa manhã, as 7h, com uma sensação tão boa e uma promessa de manter esses encontros por mais vezes ao longo do ano. Sem cobrança, mas sem esquecer o que de verdade vale na vida.

Obrigada meu Deus, por tudo e mais um pouco! Amém.

salve! salve!

Na euforia de pular o abismo corri pra trás. Todo mundo achou que foi um erro, mas eu sabia que era um impulso pra chegar do outro lado.

10/12/2009

decidiu?

Sabe de uma coisa? gosto mesmo é de ficar assim. Metade sorriso, metade indeciso. Porque se é inteiro uma delas só, haveria de ser chato a beça. Pense a agonia profunda não ter escolha. Eu que escolho roupas com dificuldade e prazer, morreria se não pudesse escolher igual a vida. Hoje por exemplo, saio de branco.

07/12/2009

por onde vou

Eu ando por aqui mesmo. Aguardando mais esse final de ano, no balanço da época. Pensando sim, pensando não, agradecida pelos meus, na expectativa de sempre.

Analisando de perto tudo o que tenho, mais o que quero, e o que nem sei, o resultado da equação é sempre o mesmo, só falta mais grana. Não que falte a ponto de sair pedindo, quase... mas a ponto de não ser o que eu desejo. Talvez o que esteja errado são os desejos, quem sabe?

Mas se o resultado dessa conta no final é negativo só na grana, e é, paro pra dizer que assim seja.

O que celebro é que esse ano os pequenos filhotes foram amadurecendo ao meu lado. Mais contato, sem dúvida, a gente manteve com nossas rotinas. Eu em casa mais cedo, eles na agência, finais de semana curtidos de ponta a ponta, programas, passeios e brincadeiras valiosas. Esse ano foi o ano de ter cachorro, de ver passarinhos, de ir pra Suiça, de viver a formatura escolar, de correr atrás da recuperação da minha perna.

Ano de provação e provocação, e eu caguei pra ambas.

Por causa da grana, faltou trocar o sofá. Mas em compensação não lembro do que não se resolveu que precisava ter seguido.

Sairam as almas, os pesos, a saúde voltou, a força foi retomada. Nessa altura do campeonato você procura o fôlego, mas ele logo aparece quando você olha em casa, e aí ve feliz papai, mamãe, 1 ano de Sofia, trio de sobrinhos e seus rumos, irmãos por perto, e dando certo. Marido, que é o mesmo. Minhas ajudantes, meus ritos, meus amados amigos. Sorte por ser assim.

Então o saldo é azul, apesar do vermelho. E eu digo amém, porque tenho o ano que vem todinho pra buscar o que faltou. E lá vou eu.

guardadinho

eu sou

Minha foto
Gosto de boniteza, de arrumação, da moda dos anos 30. De margaridas e pérolas verdadeiras. Gosto da noite, de gente dando risada, do sabor colorido de um prato de feijoada. Gosto de sair e de mudar, gosto de família, de amigos e com eles estar. Gosto de dança e de criança, e gosto muito, muito do mar.