Fruta como botão, pretinha, redonda. Alegria dos passarinhos da árvore da casa do Seu Lauro. Feito os olhos, os meus. Eu vejo conto e invento. Eu por aqui me apresento.
12/11/2008
dor de rir
Virei o pé, caí na ladeira da escola dos picutas. Bia colocou as duas mãos no rosto e ficou com cara de lâmpada. Julia e Pedro nem viram porque levantei que nem the flash, só que tá doendo... piorando. Dor de rir. Ô saco!
10/11/2008
quem lembrou, quem ligou
Gordo às 0h00, Bia com um elástico de cabelo dizendo ser uma pulseira, Julia com uma gaita do saquinho surpresa do aniversário de um amiguinho e Pedro com um boneco de neve que vem no panetone Bauducco (os melhores presentes). Neninha, depois nova mensagem do meu amor César. Laís, professora dos picutas. Mamãe e papai e dinheiro no envelope, dá pra crer?? que lindos... Gri, Flá, Paula com um lindo sapato. Zélia, Renato e um gostoso café da manhã, Bruno e a caixa de DVD dos Trapalhões,Carol e uma caixa de filmes do Woody Allen uhu, Raul e uma declaração de amizade linda e gérberas amarelas, a Kátia do Raul, Minha Lu com a corujinha e o Matheus lá em casa, Dé Barreiro mais um sapato e amor, Pri e risadas, Xavier, Carol do João delicada como sempre, Bicho Nica, Tin, Lolô e Manu e flores belíssimas e outra declaração pra toda vida, Lê Gerlova minha grega, Baca, Giló fofa da vida e uma bolsa fofa da vida too, Giovaninha do meu coração, Roger, Sr Av, Dani, Rubens meu dentista, Angélica e todo pessoal da Misasi, Micaela loira, Cris com homenagens de Araça, o simpático Rachid, Luis da garagem da eii!, Flavinha Jamelli, Carlos Paludo, Dona Regina fofa, Ana Lucia, Laís bonita, Lélo, Pri Bottoni, Flá de novo, Lu de novo,César de novo, Didico, Renato de Araça, Dalila e Luizinho cunhados queridos, Fernando Murad, Dona Madalena, querida da vida Dani Padilha logo cedo, meu amigo violeiro Tó, Márcio Reiff e Penélope também do dia 10 os dois, Alex lá do Maranhão, Lenita e Seu João, Cida pela mama, o César de novo, madrinha Rosa e padrinho José, Cybelle do Espírito Santo que também fez 40 ou tá perto, Pri Barreiro, Juju Fregona meu anjo, Lu Cotrim minha parceira, Van Guedes e seu bom humor, meus sogros Seu Luis e Dona Nena,O Marcelo da Ponto, o Marcelo da turma, o Marcelo do colégio, o Marcelo da Nestlé, o Matheus meu cunhadinho e a Lu linda de novo, a Cris ou Elaine doce de pessoa, o Matungo, O Fernando de Recife, Todo mundo de Recife, o Renato da Nestlé, a Camylla, a Jose, a Samira, minha Toty da Silva e gargalhadas e mensagens trocadas... e por fim: muito amor.
40 motivos para agradecer a Deus
1.Os meus saudáveis filhos
2.O meu doce marido
3.Os meus maravilhosos pais
4.A cumplicidade dos meus irmãos
5.Toda a minha grande família
6.Os amigos que me querem bem
7.O que escolhi fazer
8.A eii!
9.O que escolhi ser
10.A alegria
11.A chuva
12.O sol e a lua
13.Dançar qualquer ritmo
14.Borboletas
15.Escorpiões
16.Livros e Sabedoria
17.O mar
18.Minha conta no banco
19.O "Sem parar" no pedágio
20.Meu país
21.O Rio Tietê em Araçatuba, que é limpíssimo
22.O mundo
23.Uma casa na Granja
24.Pequenas Gentilezas
25.Grandes Limites
26.O primeiro carro zero
27.Meu Karman Ghia conversível vermelho
28.Meu carro de hoje
29.O travesseiro que me espera
30.TV no quarto
31.Escuro
32.Cheiro de flor de laranjeira
33.Jasmim
34.Jabuticaba
35.Poucas e boas
36.Saúde
37.Os que me ensinam
38.Eu, Vocês e Nós
39.Nossa Senhora
40.Poder viver tudo isso há 40 anos.
2.O meu doce marido
3.Os meus maravilhosos pais
4.A cumplicidade dos meus irmãos
5.Toda a minha grande família
6.Os amigos que me querem bem
7.O que escolhi fazer
8.A eii!
9.O que escolhi ser
10.A alegria
11.A chuva
12.O sol e a lua
13.Dançar qualquer ritmo
14.Borboletas
15.Escorpiões
16.Livros e Sabedoria
17.O mar
18.Minha conta no banco
19.O "Sem parar" no pedágio
20.Meu país
21.O Rio Tietê em Araçatuba, que é limpíssimo
22.O mundo
23.Uma casa na Granja
24.Pequenas Gentilezas
25.Grandes Limites
26.O primeiro carro zero
27.Meu Karman Ghia conversível vermelho
28.Meu carro de hoje
29.O travesseiro que me espera
30.TV no quarto
31.Escuro
32.Cheiro de flor de laranjeira
33.Jasmim
34.Jabuticaba
35.Poucas e boas
36.Saúde
37.Os que me ensinam
38.Eu, Vocês e Nós
39.Nossa Senhora
40.Poder viver tudo isso há 40 anos.
05/11/2008
agora sobre Obama
Tô feliz. Torci pelos Democratas, pela Hilary e por ele depois. Torci pra sairmos dessa página Republicana chata, apesar do livro não ser nosso, e talvez nem podermos participar da leitura. Torci por mim junto da torcida que fervorosamente dei a ele em silêncio. Tô feliz e mantenho agora meus olhos na continuidade dessas novas escritas, torcendo ainda como torci até agora, para que sobretudo, a partir de hoje, eu confirme meu estado de espírito. Amém e que tudo caminhe bem pra o mundo todo. Boa sorte Obama, bons ventos.
dia 04 de novembro
Volto no tempo e escrevo por ontem. Um dia fundamental pra mim, um marco histórico, um momento que o mundo parou e respirou diferente. Uma nova luz, uma esperança. Um ser entregue, honesto, sensato, que viria pra fazer tanta coisa e carregar tudo de tantos. Ah, dia 04 de novembro, você será sempre pra mim o dia mais importante do calendário, afinal nele, nasceu minha mãe. Parabéns mama. Teu aniversário é a minha redenção. te amo. Cice.
03/11/2008
40 anos em sete dias
Daqui exatamente uma semana, em 10 de novembro, emplaco 40 anos. Confesso que uma coisa me agonia com essa chegada ao novo dígito: tenho que renovar a carta de motorista... ô Pai!
02/11/2008
partida e chegada
Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclama: “já se foi”.
Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que alguém diz “já se foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar: “lá vem o veleiro”!!!
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: “já se foi”.
Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo, suas conquistas persistem dentro do mistério divino. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita. E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: “já se foi”, no além, outro alguém dirá: “já está chegando”. Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a vida.
Na vida, cada um leva a sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
E o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Assim, um dia, todos nós partimos como seres imortais que somos, todos nós ao encontro daquele que nos criou.
Henry Sobel
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclama: “já se foi”.
Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que alguém diz “já se foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar: “lá vem o veleiro”!!!
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: “já se foi”.
Terá sumido? Evaporado? Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo, suas conquistas persistem dentro do mistério divino. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita. E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: “já se foi”, no além, outro alguém dirá: “já está chegando”. Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a vida.
Na vida, cada um leva a sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
E o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Assim, um dia, todos nós partimos como seres imortais que somos, todos nós ao encontro daquele que nos criou.
Henry Sobel
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eu sou
- Cice Galoro
- Gosto de boniteza, de arrumação, da moda dos anos 30. De margaridas e pérolas verdadeiras. Gosto da noite, de gente dando risada, do colorido de um prato de feijoada. Gosto de sair e de mudar, gosto de família, de amigos e com eles estar. Gosto de dança e de criança, e gosto muito, muito do mar.